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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Flexibilidade no Horário de Trabalho: O Trânsito e a Motivação Organizacional

Muito cedo comecei a trabalhar, com 16 anos ainda era estudante do ensino médio e então trabalhava apenas meio turno, desde aquela época eu já pensava sobre horários de trabalho e horários escolares, imaginava horários de trabalho e calendários escolares mais variáveis possíveis, sempre pensando o que poderia fazer as pessoas se sentirem melhores, baseando as alternativas principalmente na minha experiência e sentimentos, mas muito também na observação de outras pessoas.

Lá na minha juventude eu sempre criava calendários escolares e horários de trabalho muito diferentes do que existia na prática, embora  sempre buscasse uma padronização, dentro dessa padronização havia pelo menos umas três opções de escolha, perdi a conta de quantas vezes comecei a escrever esquemas do zero, e quantas horas esse processo me custou, mas  imaginar realidades alternativas sempre me divertiu muito, e de certa forma cada vez que imaginamos uma realidade alternativa é como se vivêssemos nela por um tempo, pra mim, isto é fascinante até hoje, tenho consciência que "viajo" muito e gosto :)

Hoje, nos meus 43 anos, tenho mais do que nunca a certeza que obrigar todos os jovens a ter o mesmo calendário e horários escolares e os trabalhadores a seguir um horário de expediente rígido é uma tremenda burrice.

Pelo menos dois são os motivos para flexibilização de horários e calendários:

1) Respeito a individualidade e ao horário biológico;

2) Melhora no trânsito da cidade, mas que esta possa ser paliativa.

Atualmente sou funcionário municipal em Porto Alegre, e aqui temos um horário muito rígido, muita gente reclama disto, e é visível as consequências danosas para as pessoas e o reflexo no serviço. Há uma luz no fim túnel... O Coletivo Marcelo Sgarbossa discute de um projeto de lei para a flexibilização do horário de trabalho do funcionário municipal.

Para quem quiser ler um pouco mais sobre o assunto recomendo iniciar com estes dois artigos:

a) Flexibilização da Carga Horária como Forma de Motivação Organizacional;

b) Escola deve se adaptar ao sono dos ao sono dos adolescentes.

Claro que pesquisando no google se acha muito material sobre o assunto, e ainda para quem quer pensar um pouco mais sobre horas de trabalho e ócio, eu indico a leitura do livro: O Ócio Criativo do Domenico De Masi.

Entrevista com Domenico

Boa Viajem :)



quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Custos

Custo de 1 km de Ciclovia no Brasil = R$ 200 000,00 (200 mil)
Fonte: G1


Custo de 1 km de Metrô no Brasil = R$ 266 000 000,00 (266 milhões) 
Fonte: IstoÉ


Custo de 1 km de Metrô em Porto Alegre = R$ 537 000 000,00 (537 milhões)
Fonte: ZH


Custos segundo a Volvo:
Custo de 1 km de BRT no mundo incluindo o Brasil = R$ 5 000 000,00 (5 milhões)
Custo de 1 km de Metrô no mundo incluindo o Brasil = R$ 100 000 000,00 (100 milhões)
Custo de 1 km de VLT no mundo incluindo o Brasil = R$ 20 000 000,00 (20 milhões)


Comparação BRT x VLT olhar o site para comparação além dos custos:
Custo de 1 km de BRT = R$ 30 000 000,00 (30 milhões)
Custo de 1 km de VLT = R$ 60 000 000,00 (60 milhões)
Fonte: Mobilize


Custo de 1 km asfaltado = R$ 1 000 000,00 (1 milhão)
Fonte: Site


Pesquisando um pouco mais a fundo, percebe-se uma boa variação destes custos, na prática acontecem barbaridades, cheguei a achar um link em que 1 km de ciclovia custou R$ 980 mil, e também variações muito grandes nos custos do asfalto, imagino que a variação esteja ligada com a qualidade, o planejamento ou a falta dele, o superfaturamento, etc, mas temos acima uma boa base de comparação para fazermos as mais diversas especulações e algumas conclusões.
Deixo para os leitores do blog refletirem um pouco.



terça-feira, 28 de outubro de 2014

Como evitar a colisão fatal de um asteroide com a Terra

Como evitar a colisão fatal de um asteroide com a Terra
Um raio trator gravitacional poderá desviar asteroides simplesmente ficando ao seu lado.[Imagem: NASA]
Precisamos testar
Os cálculos indicam que mais de 10.000 asteroides e cometas, dos mais diversos tamanhos, orbitam em faixas que os colocam em risco de colisão com a Terra.
E os cálculos também indicam que basta um objeto de 50 metros de diâmetro para destruir uma cidade inteira, ou até mais, dependendo de onde ele cair.
Para tentar prevenir desastres desse tipo, a União Europeia criou um grupo de trabalho, chamadoNEOShield, para tentar encontrar formas de desviar ou destruir um asteroide ou cometa que decida transformar a Terra em alvo.
A equipe selecionou e detalhou três técnicas de deflexão:
  • Projétil Cinético - fazer uma nave trombar com o objeto para mudar seu caminho.
  • Trator de gravidade - usar a força gravitacional entre uma espaçonave e o objeto para alterar o seu curso.
  • Desvio por explosão - utilizar uma bomba nuclear para deslocar ou destruir o objeto.
A conclusão da equipe, embora bastante detalhada e descrevendo roteiros de ação, pode ser resumida a: é preciso testar para saber o que é melhor.
"Uma missão de teste para demonstrar uma técnica de deflexão em um asteroide que não esteja ameaçando a Terra deve ser seriamente considerada," disse o Dr. Alan Harris, coordenador do projeto.
Segundo ele, isto exigirá uma colaboração e uma ação conjunta de todos os países que possuem programas espaciais, sobretudo a NASA e a ESA.
Em 2010, uma equipe da NASA já concluíra que não estamos prontos para enfrentar um Impacto Profundo.
Como evitar a colisão fatal de um asteroide com a Terra
Mais recentemente passou a ser considerada como real a possibilidade de uso de um raio trator fotônico feito com raios laser. [Imagem: Paramount]
Depende do tamanho da ameaça
A equipe indica que as alternativas de deflexão só seriam viáveis para objetos maiores do que 50 metros de diâmetro - daí para baixo seria uma questão de "defesa civil", isto é, é melhor deixar o asteroide vir e contar com a probabilidade de que ele caia no oceano ou em áreas não habitadas - ou acudir os estragos.
Os dados preliminares indicam que o projétil cinético seria viável contra asteroides maiores do que 100 e menores do que 1.000 metros de diâmetro, desde que houvesse pelo menos 10 anos de tempo para construção e lançamento da nave.
O raio trator gravitacional precisaria de pelo menos 50 anos de antecedência, mas só funcionaria contra objetos com dimensões ao redor dos 100 metros de diâmetro.
Para objetos maiores ou com menos tempo de preparação, a saída seria mesmo alvejar o asteroide com bombas nucleares.
Para tranquilizar os mais preocupados, o Dr. Harris lembra que as observações e projeções atuais permitirão saber sobre um possível impacto com décadas de antecedência: "Em um caso desses, os cientistas poderiam começar a trabalhar talvez com 15 anos ou mais de antecedência para preparar uma missão para desviar o objeto".
Contudo, quanto mais distante o objeto estiver da Terra quando a ação for tomada, menor será o desvio necessário para tirá-lo da rota de colisão.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Retomando o Blog

Desde que comecei a usar mais o tal do Facebook, o blog ficou um pouco abandonado, faz um tempinho que estou tentando retomá-lo, mas estava difícil.
Agora, resolvi tomar jeito, tentarei publicar as coisas que desejo diretamente aqui no blog e apenas compartilhar no facebook, pois as postagens lá são efêmeras demais e de difícil pesquisa, aqui, fica mais organizado e muito mais legal!
Pretendo retomar, em breve, as publicações escritas por mim, tenho muitas opiniões e ideias que gosto de compartilhar com os amigos, a grande questão é parar e escrever um texto razoavelmente bom.
Espero conseguir, espero que as pessoas apreciem, que meu filho, num futuro, possa ter acesso as minhas opiniões e ideias em um determinado período da minha vida, e que sirva principalmente para organizar meus pensamentos.

Hoje foram duas postagens, coladas de dois sites de notícias que acompanho regularmente, quem navegar pelo blog vai notar que muitas coisas são desses sites.

Bom proveito a todos nós!


Desvendados Efeitos Biológicos da Luz Azul

Inúmeros estudos têm mostrado que a luz azul pode definir o humor e influenciar importantes respostas biológicas no ser humano, incluindo o sono, a fadiga e todo o relógio biológico.
A influência é tão grande que mesmo pessoas totalmente cegas detectam a luz azul, com impactos mensuráveis sobre seus cérebros.
Agora, pesquisadores da Universidade da Pensilvânia (EUA) isolaram as diferentes respostas biológicas do olho humano à luz azul, revelando um mecanismo inesperado que mais se parece com um cabo de guerra pelo controle do olho e do organismo como um todo.
Melanopsina
O trabalho aborda as propriedades da melanopsina, uma proteína sensível à luz localizada no olho que estabelece nosso ritmo circadiano - o ciclo de dia e noite, também conhecido como relógio biológico - e a constrição normal da pupila frente a uma luz brilhante.
A luz entra no olho humano, criando uma imagem na retina. Há muito que se sabe que a imagem na retina é detectada por neurônios conhecidos como bastonetes e cones. Os bastonetes funcionam em níveis de pouca luz e nos permitem ver à noite, enquanto os cones são mais importantes para a visão diurna.
Recentemente, no entanto, foi identificada uma outra classe de células da retina que também detectam a luz. Estas células são conhecidas como células ganglionares intrinsecamente fotossensíveis, e contêm a proteína melanopsina. A melanopsina é sensível à luz em comprimentos de onda intermediários.
A equipe mediu a resposta da pupila à estimulação da melanopsina e das células cones, sensíveis às ondas curtas (cones S), as outras células sensíveis à luz azul que operam durante o dia.
Surpreendentemente, eles descobriram que a melanopsina e os cones S têm efeitos opostos e competem pelo controle da pupila frente à luz azul.
Dor e humor
Parece que as células com melanopsina participam de funções induzidas pela luz mas não conscientes, como a definição de nosso relógio biológico (circadiano), e também contribuem para o controle automático da pupila.
O novo estudo permitiu isolar e estudar as propriedades da melanopsina, separando-a das células cones.
"Isto é importante porque acreditamos que a melanopsina pode estar envolvida em condições clínicas," disse o Dr. Geoffrey Aguirre, membro da equipe.
"Por exemplo, parece que o excesso de estimulação da melanopsina produz a sensação de dor quando a luz é muito brilhante, e não ter uma estimulação suficiente da melanopsina pode ser parte do transtorno afetivo sazonal, quando as pessoas ficam deprimidas quando não têm uma exposição suficiente à luz.
"Tendo agora isolado as respostas da melanopsina e dos cones à luz azul, podemos estudar como o olho está envolvido nestes distúrbios," conclui o pesquisador.
Faz um tempinho que tenho lido alguns artigos sobre a influência da luz e suas cores sobre o nosso organismo e abaixo coloco uma série de links sobre o assunto:












Sistema elétrico pode migrar para corrente contínua?

Tesla versus Edison
No final do século XIX, travou-se uma batalha que definiria toda a atual infraestrutura elétrica mundial.
De um lado, Thomas Edison propunha a adoção da corrente contínua (CC); do outro, Nikola Tesla propunha a adoção da corrente alternada (CA).
Tesla venceu. Contudo, apesar de sua genialidade, ele nunca foi bem-sucedido nos negócios, e coube a George Westinghouse, entre outros, transformar suas ideias em projetos práticos e lucros.
Agora, três pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, acreditam que é hora de refazer esse trajeto e lançar um novo projeto, voltado não apenas para a renovação da economia e a geração de lucros, mas também para garantir o bem-estar das populações e gerar menos impacto para o meio ambiente.
Para isso, eles defendem a conversão de toda a rede de distribuição elétrica para corrente contínua - o tipo de energia disponibilizado pelas pilhas e baterias.
Conversão para corrente contínua
"Seu laptop roda com alguns poucos volts de corrente contínua, que precisam ser convertidos de corrente alternada," afirma Gregory Reed, que está propondo a ideia juntamente com seus colegas Bopaya Bidanda e John Camillus.
Mas não são só os computadores: praticamente todos os aparelhos eletrônicos, em casa e no escritório, possuem uma "fonte de alimentação" necessária para receber a corrente alternada da rede elétrica e transformá-la na corrente contínua necessária para alimentar seus circuitos.
"Pouquíssimos itens de hoje exigem corrente alternada trifásica. O uso e o desenvolvimento do mix energético de hoje torna a transição para a corrente contínua mais sensata e viável para a disponibilização de energia no futuro," acrescenta Reed.
Para isso, ele e seus colegas estão trabalhando em sistemas de corrente contínua de alta tensão, e planejam testá-los em microrredes de distribuição de alcance residencial e industrial. Os testes iniciais serão feitos em condomínios nos EUA e na Índia.
Sistema elétrico de corrente contínua
"A corrente contínua é verde. A corrente contínua beneficia o meio ambiente. A geração local de energia renovável é naturalmente CC, não CA." [Imagem: Cortesia UC3M]
Corrente contínua é verde
O trio defende o potencial de uma rede de distribuição de corrente contínua para melhorar o nível de vida das populações mais pobres, afirmando que essa tecnologia permite combinar melhor o crescimento econômico com os benefícios sociais.
Isto porque, como a maior parte do nosso consumo é de corrente contínua, é muito mais fácil e barato desenvolver sistemas de armazenamento de energia fora da rede, em nível local, para beneficiar pequenas comunidades e romper com a tradição das grandes usinas.
Por exemplo, painéis de energia solar podem armazenar parte da energia embaterias e fornecê-las diretamente às casas, sobretudo em comunidades de baixa renda.
Segundo Bopaya Bidanda, isto pode "realmente mudar a vida de uma aldeia. Pode ser transformador. E mesmo olhando para a transmissão de longa distância, ela está começando a se tornar uma alternativa mais atraente do que a corrente alternada."
"A corrente contínua é verde. A corrente contínua beneficia o meio ambiente. A geração local de energia renovável é naturalmente CC, não CA. E a iluminação e os motores CC são muito mais eficientes. Há um enorme potencial para as empresas que se aproveitarem das economias e incentivos governamentais oferecidos pela CC," acrescentou John Camillus.
Os três pesquisadores planejam demonstrar suas ideias na prática instalando uma microrrede autossuficiente, contando com painéis solares, turbinas eólicas de pequeno porte, células a combustível e geradores a gás.
"Nós não estamos necessariamente dizendo que Edison estava certo. Ele não estava no seu tempo. Mas ele estaria hoje," conclui Reed.

domingo, 20 de novembro de 2011

Implosão de microbolhas desinfecta água sem usar químicos

Cavitação

A cavitação, um fenômeno físico geralmente observado em sistemas hidráulicos, causado pela queda brusca que atinge a pressão de vapor do líquido, é uma alternativa aos tratamentos com produtos químicos para desinfecção de águas residuais.

O novo aliado do meio ambiente é um equipamento desenvolvido por José Gilberto Dalfré Filho, professor do Departamento de Recursos Hídricos da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

De acordo com Dalfré, a ideia do estudo surgiu com uma análise da erosão causada pela cavitação em superfícies sólidas, principalmente, em materiais usados em estruturas hidráulicas, como vertedouros de barragens.

"No projeto inicial, simulávamos a erosão por cavitação nessas estruturas usando um jato cavitante. Ao fim do trabalho, além de observar que o equipamento poderia ser melhorado para aumentar a eficiência, também verificamos outras finalidades para os jatos cavitantes, em especial a desinfecção e remoção de compostos persistentes", disse.

Implosão para matar bactérias

O objetivo do equipamento é aplicar o mesmo princípio da cavitação para eliminar microrganismos presentes em águas e que podem causar problemas para a saúde humana, reduzindo o uso de reagentes químicos para a despoluição.

Semelhante ao que ocorre na cavitação, um jato de alta pressão no interior de um reservatório gera altas tensões de cisalhamento (ou tangenciais), formando vórtices.

Nesses vórtices são formadas bolhas, que aumentam de tamanho e desfazem os próprios vórtices.

"Ao destruí-los, a pressão em torno dessas bolhas se tornará extremamente alta, causando a implosão das mesmas", explicou Dalfré.

A partir da implosão, cuja velocidade pode atingir mais de 100 metros por segundo, uma grande onda de pressão é liberada, atingindo os microrganismos.

Essa pressão é tão elevada que vários grupos de cientistas planejam usar a cavitação até mesmo para fazer fusões nucleares, capazes de gerar energia limpa.

"Caso o líquido esteja contaminado com bactérias, as altas tensões que ocorrem durante a implosão das bolhas podem romper as células desses organismos", explicou.

Desinfecção

Com a pressão aplicada pelo estudo ainda não é possível eliminar totalmente o número de microrganismos presentes na água.

"Obtivemos uma desinfecção significativa. No momento, estamos remodelando o equipamento para atingir valores maiores de desinfecção, visando à limpeza da água para o consumo humano", disse.

Dalfré destaca também a eficiência do equipamento em relação a outros métodos alternativos de desinfecção com relação ao consumo de energia.

"Seu gasto energético é menor que outros processos que também usam a cavitação, como, por exemplo, a ultra-sônica, que ocorre em altas temperaturas", disse.

Fonte: Inovação Tecnológica

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