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domingo, 12 de outubro de 2008

Massa Crítica em Porto Alegre

A primeira Massa Crítica em Porto Alegre será na sexta-feira dia 31 de outubro e depois continuará a ocorrer toda a última sexta feira do mês.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

GRNOM 14 de Setembro de 2008

Um domingo de Sol excelente, e uma pedalada leve com os amigos...Relato em fotos :^))
Fotos por Alex e Olavo.





segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Domingo na Ilha

A idéia de comer um peixe na taquara com os amigos na Ilha da Pintada, e ainda por cima ir pedalando até lá, junto com a Liza, o Risomá e o Iagara, foi excelente.

Tudo combinado na última hora, eu batendo papo com o Riso pelo gmail e ele falando com o Iagara por telefone, isso às 11:30.
Combinamos de nos encontrar depois da ponte ao meio dia.

Tive um pneu furado, e a Liza e eu acabamos chegando lá às 13h para encontrar o Riso e o Igara esperando numa sombrinha.
O Domingo foi espetacular, boa pedalada até lá, farto almoço, excelente papo, e boa pedalada na volta, chegamos em casa com o sol bem baixinho.

Sábado Rural

No sábado dia 29 de agosto, aproveitando o final de semana com muito sol, resolvi participar do quarto passeio ciclistico "Caminhos Rurais". Foi uma pedalada boa, subida forte na Lomba do Pinheiro, e um delicioso lanche no sítio Pedra Encantada.








As fotos foram tiradas pelo Wagner:
http://wagnerbernardi.multiply.com/photos/album/69


Sexta Elétrica

Na última sexta-feira de agosto, e último dia das minhas férias, tive uma pedalada leve, com o João e o Luciano. Fazia tempo que o João queria conhecer minha bicicleta elétrica.












Assim pedalamos, aceleramos, almoçamos e lagartiamos.

O Luciano iniciando no mundo da bike ficou com minha elétrica, pedalou bastante, mas acelerou quando necessário.

O restaurante Equilibrium na Redenção é muito bom, "Natural sem ser radical" é o seu lema.












No Passeio noturno, finalmente conheci a reclinada de bambu do Klaus. A última sexta-feira de agosto foi excelente.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Revolta e recompensa

Ontem, fui obrigado a usar o carro para ir visitar um casal de amigos e seu novo filhote, queria ir de bicicleta, mas a idéia não foi aprovada pela esposa que está com o joelho estourado.
Quando estávamos voltando para casa o carro começa a falhar, mais uma contribuição negativa para o meu humor no trânsito.

Hoje, bem revoltado, teria que pegar o carro falhando e levar para a oficina, coloco o transbike e a reclinada em cima, ao sair da garagem desaba aquela chuva, molhando todo o banco da reclinada, mais revolta, e o pior o carro não está falhando quando chego na oficina.
Exames e mais exames, e nada é detectado, mais revolta, pego o carro e quando estou subindo a Dom Pedro, brrrrrr, começa a falhar novamente, subo me arrastando, a vontade é pegar a bike e abandonar o carro, ou até rebocá-lo pedalando.

Me arrasto com o carro de volta até a oficina, mais exames, exames, e eu não resisto pergunto se vai ser rápido ou vou ter que deixar o carro, o mecânico disse que teria que deixar!!!!!
UHUUUUUU QUE ALEGRIA...nunca pensei que ficaria tão feliz em deixar um carro na oficina :^))

Tiro a bicicleta do transbike e saio pedalando feliz da vida de volta para casa.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

GROM 17 de agosto de 2008 (Com Chuva)

O GROM do dia 17 foi diferente, mais conversa e reencontro do que pedalada, e estava ótimo.
Cheguei no Ecoposto perto das 9h e já estava lá o Klaus, pensando que ninguém iria aparecer por causa do chuvisqueiro.
Entramos para tomar um café e logo em seguida chega o Artur. Depois de bastante conversa, e conversa, aparece o Risomá fazendo festa e já levemente molhado, pensando que ninguém o aguardava.
Mais conversa, as fotos que não poderiam faltar, pegamos as bikes e, tomando coragem para começar a pedalada, andamos por um tempo em círculos, passando uns pelos outros, nada ensaiado e surge uma bela coreografia.
O Artur quebra o círculo para voltar para o aconchego de seu lar, eu o Klaus e o Riso seguimos pela Ipiranga. A chuva começa a apertar, o Riso, seguindo o exemplo do Artur, retorna em direção a sua casa.
O Klaus estava afim de pedalar mesmo com chuva, e eu já tinha um destino planejado, a casa da sogra. Pegamos a terceira perimetral pelo corredor de ônibus e seguimos, ele me acompanhou até o topo da Eduardo Prado, depois segui meu "caminho da sogra" sozinho. Chegando lá ensopado fui recebido com o carinho de sempre, tomei um banho quentinho e comi maravilhosamente bem na companhia das pessoas que mais amo nesse mundo.
Domingo perfeito

Viagem de Bicicleta do Raul

Eu sempre gosto dos vídeos que o Raul faz nas suas viagens, e a música é sempre maravilhosa.

Vídeo:
video
http://www.youtube.com/watch?v=Mo6bzyRSmnk


Letra:
Un Rayon De Soleil
William Baldé

Un rayon d’soleil
Dort sur tes cheveux longs
Sur nos corps de seigle
Et nous joue du violon

Un rayon d’soleil
Sur le sommeil de plomb
Une guitare sèche
Lou Reed à la maison

[Refrain]
Un matin suspendu
Aux fleurs de ton jardin
Ma main sur ton p’tit cul
Cherche le chemin
Un matin suspendu
Aux fleurs de ton jardin
Ma main sur ton p’tit cul

Un rayon d’soleil
J'embrasse tes pieds sales
Un disque de Marley
Joue "No Woman No Cry"
No Woman No Woman No Woman No Cry

[Refrain]
Un matin suspendu
Aux fleurs de ton jardin
Ma main sur ton p’tit cul
Cherche le chemin
Un matin suspendu
Aux fleurs de ton jardin
Ma main sur ton p’tit cul
Qui cherche le chemin

Par la fenêtre ouverte
L'air que nous respirons
Ses petites poussières
Si pâles d'émotion

Un rayon d’soleil
Sur ton si beau visage
Aux abeilles se mêlent
La voix de Bob Dylan

[Refrain]
Un matin suspendu
Aux fleurs de ton jardin
Ma main sur ton p’tit cul
Cherche le chemin
Un matin suspendu
Aux fleurs de ton jardin
Ma main sur ton p’tit cul

Un rayon d’soleil
Tu t’rhabilles pour de bon
J'te ramène par les tresses
A mon corps de garçon

[Refrain]
Un matin suspendu
Aux fleurs de ton jardin
Ma main sur ton p’tit cul
Cherche le chemin
Un matin suspendu
Aux fleurs de ton jardin
Ma main sur ton p’tit cul

[Refrain]
Un matin suspendu
Aux fleurs de ton jardin
Ma main sur ton p’tit cul
Cherche le chemin
Un matin suspendu
Aux fleurs de ton jardin
Ma main sur ton p’tit cul

Encore !
[Refrain]
Un matin suspendu
Aux fleurs de ton jardin
Ma main sur ton p’tit cul
Cherche le chemin
Un matin suspendu
Aux fleurs de ton jardin
Ma main sur ton p’tit cul
Qui cherche le chemin.

domingo, 24 de agosto de 2008

PrincipioTzeltal

Um método para multiplicar números, muito simples, basta saber contar :^))
Assista no vídeo abaixo:




http://www.youtube.com/watch?v=c2ojSeFoGqs

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Por que ir de bicicleta?

Encontrei um site com vários artigos sobre o uso da bicicleta, escrito por William Cruz.
http://freeride.blig.ig.com.br/2006/06/por-que-ir-de-bicicleta-a.html
Para quem gostar do artigo abaixo entre no link acima e aproveite.

Vou reproduzir um desses artigos:

Por que ir de bicicleta?

A maioria das pessoas estranha quem troca o carro pela bicicleta. Para muitos, parece irreal, excêntrico ou coisa de atleta. Alguns até chegam a ver uma ou outra vantagem, mas não poriam em prática. Talvez o fizessem se conhecessem todas as vantagens de usar a bicicleta em vez do carro particular ou do transporte público.

Para ajudar a entender "por que esse maluco faz isso todo dia" e, talvez, para ajudar a convencer mais pessoas a adotar esse hábito (para o bem de todos nós) eu resolvi relacionar aqui todas as vantagens em usar a bicicleta como meio de transporte.

Economia de tempo
Levo sempre 30 minutos no trajeto do trabalho até em casa (e vice-versa), tendo trânsito ou não, com chuva ou com sol, em qualquer horário. De carro, esse tempo varia entre a mesma meia hora (das 23h em diante) a até uma hora e meia (se for um dia de chuva, em horário de pico). Já cheguei a levar duas horas de carro há alguns anos atrás, quando estavam fazendo reformas nas ruas da cidade, em um dia em que estava frio e choveu. Os Desafios Intermodais do Rio de Janeiro e de São Paulo comprovaram que a bicicleta é bem mais rápida que o carro nas grandes cidades, nos horários de pico.
(Nota do Olavo: Aqui em Porto Alegre no meu trajeto, eu levo uns 5 minutos a mais se for de bicicleta ao invés de ir de carro, mas na volta eu levo uns 10 minutos a mais de carro no mínimo.)

Economia de dinheiro
Combustível, estacionamento, flanelinha, seguro, IPVA, troca de óleo, mecânico, funilaria, retoque na pintura... Tudo isso fica para trás. E as peças e eventuais reparos de uma bicicleta têm custo muito baixo, principalmente se comparados com os de um automóvel. O investimento para adquirir o veículo também é muitíssimo menor.

Menos stress no trajeto
Um sinal que abre e fecha três vezes, vinte metros à sua frente, permitindo a passagem de menos de meia dúzia de carros, não há Cristo que agüente...

Mudança no humor
Além da diminuição do stress relacionado ao trânsito, as endorfinas liberadas pelo exercício contribuem para um relaxamento muscular e mental que faz os praticantes de atividade física regular verem a vida com outros olhos. Meu humor melhorou tanto no trabalho como em casa. Um relacionamento melhor com os colegas proporciona um ambiente de trabalho mais agradável para todos.

Produtividade no trabalho
A produtividade no trabalho aumenta, em decorrência do melhor humor e da diminuição do stress. A cabeça tranqüila permite um melhor julgamento em situações críticas.

Menor preocupação com assaltos
Por incrível que possa parecer, eu fico muito mais tranqüilo na bicicleta do que dentro do carro. Se eu vir uma pessoa com atitude suspeita perto de onde eu parei para esperar o sinal abrir, estando de carro eu só posso rezar. Estando na bicicleta, eu tenho uma visão muito maior do que está em volta, o que me permite fugir rapidamente ao ver alguém com atitude suspeita, evitando o confronto. Além do mais, não dá para fazer seqüestro-relâmpago com ciclista... :)

Não coloco a vida de outras pessoas em risco
Uma pessoa tem que ser muito criativa para conseguir matar outra com uma bicicleta. Já com os carros, basta tentar acender um cigarro, atender o celular, mudar a estação do rádio ou mesmo olhar para o lado errado na hora errada e pronto, já existe a chance de ceifar a vida de alguém que está na calçada esperando um ônibus. Os veículos automotores causam 30 mil mortes e 320 mil feridos por ano no Brasil. São números comparáveis aos das guerras. Para se ter uma idéia, no ataque às torres gêmeas de 11 de setembro de 2001 morreram cerca de 3 mil pessoas - um décimo do que o trânsito mata por ano aqui no nosso quintal sem a imprensa se dar conta e sem ninguém se comover além das famílias das vítimas.

Não poluo o ar que meu filho respira
Matéria da Folha afirma que em São Paulo morrem oito pessoas por dia devido à poluição e, neste debate com especialistas em qualidade do ar, afirma-se que 90% das emissões de poluentes em São Paulo são causadas pelos veículos automotores. Vejamos: 90% de 8 dá mais ou menos 7 por dia. Não quero ser conivente com esses assassinatos.

Respiro um ar menos poluído
E não é só por não gerar poluição! Ao contrário do que se pensa, o ar dentro dos veículos é mais poluído do que o ar do lado de fora. E quem diz isso não sou eu, é a Cetesb! A "Associação da Qualidade do Ar em Interiores dos Estados Unidos" também afirma isso.

Saúde e vida longa
A atividade física regular previne problemas cardíacos, aumenta a resistência aeróbica, reduz a obesidade, ativa a musculatura de todo o corpo, diminui a ocorrência de doenças crônicas e problemas cardíacos e aumenta o tempo de vida em dois anos e meio, em média.

Os resultados físicos são visíveis
Há aumento de massa muscular, queima de calorias e melhoria da capacidade respiratória. É uma academia ao ar livre, mais prazerosa e sem a sensação que muitas pessoas têm em relação a atividades físicas, quando elas são realizadas apenas com o objetivo de perder peso ou melhorar a aparência. Nesses casos, o exercício passa a ser encarado como uma obrigação e não um prazer, o que causa uma taxa de desistência muito grande (não é à toa que as academias hoje em dia obrigam a pagar algumas mensalidades antecipadamente na inscrição). A utilização da bicicleta como meio de transporte não é um compromisso a mais para encaixar na agenda: passa a fazer parte da sua rotina, ocupando um tempo que antes era improdutivo e estressante.

Sensação de liberdade
Não há nada que pague passar tranqüilamente de bicicleta por uma fila de carros parados, não se sentir imobilizado no trânsito, ter 360º de visão, poder olhar o chão e o céu, notar casas, pessoas, cheiros, sons, árvores e pássaros, sentir o sol na pele, o vento no rosto... Precisa mais? :)

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Solução Supersaturada de Acetado De Sódio

Há Alguns anos eu achei no mercado livre umas bolsas de "gel" em formato de coração, que ao apertar um chapinha de metal, no seu interior, se solidificava e esquentava, podendo ser usada como bolsa térimca. Demonstrou-se muito útil para as cólicas e os pés gelados da Liza.

Comprei várias, eram muito baratas, dei umas de presente e outras eu revendi.

Hoje navegando na internet descobri, por acaso, como fazer em casa a solução que tem dentro dessas bolsas.

Basta aquecer a água até quase ferver, e ir dissolvendo o Acetato de Sódio até que não seja mais possível, com o sal depositando-se no fundo do recipiente (uma panela, por exemplo).
Colocar o líquido em outro recipiente (pode ser um copo) e esfriar até a temperatura ambiente (pode-se colocar na geladeira para ser mais rápido).
Depois de feito isso basta um "cutucão" no líquido que ele se solidifica e esquenta.

O que acontece é que a solução formada pela dissolução do acetato de sódio em água aquecida é supersaturada. Isso quer dizer que, por causa da temperatura elevada da água foi possível se dissolver mais acetato de sódio do que seria em condições de temperatura ambiente.

A cristalização do acetato de sódio acontece quando há a perturbação desta solução supersaturada, que é instável. Esta perturbação acaba por fornecer um mínimo de energia ao sistema, suficiente para que comece a ocorrer a cristalização do acetato de sódio. Durante a recristalização, o sistema fornece energia ao ambiente em forma de calor, energia esta que foi acumulada durante o processo de dissolução.



Procurando no google eu achei um link onde vende as bolsas térmicas desse tipo.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Entrevista com Robert Happé

Como estou de folga hoje e acabei acordando cedo igual, tive bastante tempo para dar uma olhada em meus e-mails, e consegui assistir uma entrevista com o Robert Happé, que recebi por email de um colega de trabalho.

Bem, eu sou ateu, não acredito em toda essa conversa de carma e reencarnação, mas o resto das idéias são simples e óbvias, e por incrível que pareça as pessoas precisam ouvir o óbvio a todo momento senão elas esquecem, e o pior algumas escutam mas não entendem.

A questão espírita pretende dar um fundamento do porque a humanidade deve viver em paz e amar uns aos outros, mas eu penso que esse fundamento é totalmente dispensável, nós não precisamos desse fundamento, pois isso é o óbvio e racional, pelo menos pra mim.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

GRNOM 13 de julho de 2008

O domingo estava excelente para uma pedalada com os amigos, azar de quem não foi.
















Dessa vez duas fotos da tradicional arrancada, como podem perceber temos mais um companheiro de pedal, sem reclinada, mas assim mesmo gente muito fina :^))))
Conhecemos o Luiz no café, fui obrigado a abordá-lo, pois ele estava usando uma camiseta escrita Olavo Bikers, após bastante conversa resolvemos fazer a pedalada para a zona sul.

Nosso Destino, o entulho do velho Timbuka, apreciando uma boa conversa e uma bela vista durante toda a pedalada, eu pilotando a Ypê, emprestada pelo nosso líder reclineiro, que disse que iria e não foi, mas tudo bem, valeu Artur, eu estou adorando poder pedalar uma reclinada enquanto minha EXD está doente. Na foto Ao lado, utilizando um recurso altamente tecnológico, o temporizador, conseguimos ficar todos bem na foto.
E as duas fotos abaixo batidas ao mesmo tempo. sem temporizador, mas tambem com todos bem nas fotos :^))


















Resolvemos prolongar um pouco mais o passeio, passando na sogra do Risomá, não conhecemos a sogra, mas a filha dele, carinhosamente, veio dar um beijo uma água gelada para o super pai.

Voltamos pela Wenceslau e novamente Diário de notícias, para não andar muito pela faixa na contra mão, subimos no canteiro da esquerda e foi nesse momento que o Risomá tombou espetacularmente, passando por cima de sua própria bicicleta e caindo "dinpé" , ainda bem que ele estava de reclinada senão tinha quebrado a cara!






Este relato está cheio de fotos, propositalmente, pois o dia estava lindo e as fotos ficaram muito boas, abaixo mais algumas da vista que tivemos durante o trajeto, e uma minha tirada pelo Alex sem parar de pedalar.






Chegando no caminho do Gasômetro o Renato, que alegrou o grupo com sua participação, depois de um longo período de ausência, seguiu adiante, o resto do grupo escoltou o Riso até sua casa, ele parecia bastante cansado, parece que com câimbra no pancps. :^))

O Luiz, o Alex e eu seguimos juntos pela Ipiranga até a Silva Só, onde o Alex toma seu rumo, eu me responsabilizei de acompanhar o Luiz, que veio a pouco tempo de São Paulo, ele é Curitibano, mas estava morando em São Paulo há algum tempo.

Quis mostrar um caminho alternativo, para a casa dele, que seria subindo a Lucas de Oliveira, mas sua corrente era nova, e ele não queria forçar, e nem eu queria forçar muito a Ypê do Artur, assim, seguimos pela Nilópolis até a Carlos Gomes onde nos separamos.

Mais uma vez, foi um domingo brilhante e cheio de satisfação! Obrigado Amigos.
[]´s
Olavo Ludwig

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Dois GRNOM - Maio e Junho

Pois é, fiquei devendo dois relatos dos Grandes Reclinaços Não Oficiais do meses de maio e junho, sempre tendo outras coisa para ler e fazer e esquecendo de baixar as fotos da máquina, uma vergonha, mas agora vai.

GRNOM 22 de maio de 2008

Neste encontro a Liza, minha esposa nos acompanhou, utilizando a chopper elétrica, logo deve estar pronta a sua EXD e pelo que parece será a primeira reclineira mulher de Porto Alegre.

Como de costume nos encontramos no "Eco-Posto", quando eu e a Liza chegamos, já estavam lá o Raul, Alex e o Fábio, que até então eu não conhecia, e é sempre um prazer conhecer um reclineiro. Tomamos um café, conversamos bastante, e fomos ao passeio, primeiro tirando a tradicional foto da saída, quando estávamos nos preparando para a foto, o Risomá aparece cheio de sorrisos, grande Risomá!!!!

Combinamos de passar pelo gasômetro e depois pedalar até o Antigo Timbuka.
O dia estava lindo e a pedalada muito prazerosa, mas no meio do caminho tinha um prego, que resultou num pneu furado. O Alex até tentou retirar o pneu para trocar, mas não tivemos sucesso, como eu tinha o spray mágico, o utilizamos, o que possibilitou que ele e o Raul em disparada conseguissem chegar em uma borracharia na Ipiranga antes de esvaziar novamente.

Nessa volta a Liza, eu e o Risomá ficamos para trás e quando chegamos na rótula próxima ao gasômetro o Fábio nos aguardava para se despedir e voltar para Canoas (de trem) :^))

Não encontramos mais o Raul e o Alex, e eu e a Liza acabamos seduzidos pelo Risomá, para experimentar as delícias de uma confeitaria próxima a sua casa.

Depois disso andamos novamente até o gasômetro, o Riso voltou para casa e a Liza e eu seguimos mais um pouco, tiramos mais umas fotos e pedalamos pela Farrapos até nosso ap.
No fim das contas foi uma excelente manhã de domingo ensolarado e fraterno.
Ah...valeu Fábio, adorei experimentar a "under control"




GRNOM 22 de junho de 2008

Neste reclinaço tive o prazer de conhecer o Daniel com sua Under-control da Zöhrer. Depois do café e muiiiita conversa, partimos para o gasômetro, tendo em mente uma volta pela redenção e depois subir a Salvador França.

Ghegando no gasômetro tivemos a ótima surpresa de encontrar dois companheiros de Guaíba, o Elói e o Chapolin, os dois com bicicletas construídas por eles mesmos, o Elói com uma reclinada e o Chapolin com uma chopper.
Depois de experimentarmos uns as bicicletas dos outros, muito boa a reclinada do Elói, e desafiadora a chopper do Chapolin, mudamos o rumo para agregar os companheiros que teriam que voltar para Guaíba em pouco tempo.
Pedalamos pela Ipiranga, passamos pelo Parcão, e nos despedimos da dupla, no viaduto da terceira perimetral, na Benjamim Constant.















O Raul, o Alex, o Daniel e eu continuamos, subindo a Dom Pedro e continuando pela terceira perimetral até a maravilhosa descida da Salvador frança, e lá na esquina com a Ipiranga foi a hora de mais uma despedida, cada um seguiria para suas casas e eu continuaria pela perimetral.
Foi mais uma manhã fraternal e ensolarada, nessas horas vemos como podemos ser felizes com a companhia de bons amigos.

Eu segui meu caminho e como desafio relovi subir a lomba da Glória, e foi uma glória, principalmente a descida da Costa Gama, por 3 vezes ultrapassei os 60km/h e uma vez os 70km/h, até chegar na casa da sogra onde sempre tem um excelente almoço com a família e meu pudim predileto.

Olavo N. Ludwig Jr. ( Fotos by Olavo, Alex e Elói)

quarta-feira, 14 de maio de 2008

311 km de Bicicleta

Audax 300km Porto Alegre
Organização: Clube Audax Porto Alegre
Data: 10/05/2008
Distância: 311km
Tempo de Viagem: 20h10min.
Tempo Pedalado: 17h18min.
Velocidade média: 18km/h
Líquidos Consumidos: 6,5 Litros (Gatorade) + Uma taça de café com leite
Sólidos: 1 Sanduba, uma torrada e 7 barrinhas de cereais
Energéticos: 9 sachês de Gel energético


Nesse Audax a saída seria à meia noite de sexta para sábado (10/05/2008), e imaginava o frio que poderia estar. Já havia preparado as roupas que usaria para o Audax 200 km, do dia 3 de maio, que não saiu devido ao ciclone, então estava tranqüilo quanto a isso.

Minha maior preocupação no dia 9 era instalar na bicicleta um bagageiro traseiro para colocar ali uma mochila com alguma comida, e um reservatório de 2 litros de líquido (daqueles que tem um mangueira na ponta), pois a garrafinha de 500ml acaba muito rápido.

Nessa sexta feira trabalhei até o meio dia, e como sempre, fiz os 10 km de bicicleta de casa até o trabalho. Depois que sai de lá, andei mais 30 km para resolver tudo. Algumas coisas no banco, instalação do bagageiro e retirada do kit para o Audax, na Rodociclo.

Como a largada seria à meia noite e passaria uma noite sem dormir, queria tentar dormir um pouco antes de ir para o DC Navegantes, mas a ansiedade e a quantidade de detalhes a acertar não me deixaram descansar.

Antes de ir para o ponto de largada eu e a Liza fomos jantar no Rincon de Las Massas, precisaria de bastante energia para a prova, e as massas feitas pela mãe do Pablo são insuperáveis.

Fui pedalando até o DC, e no caminho encontrei o Alex Berta (companheiro de reclinada) que iria dar um apoio moral até a hora da largada. Já perto do DC encontramos o pessoal dos passeios noturnos que também estavam por ali para dar uma força aos ciclistas “audaxiosos”.

22 horas e alguns minutos estávamos no DC. Já havia vários ciclistas, logo chega a Liza e um casal de amigos, Luciano e Carmo, uma força nessa hora tem um valor inestimável e o apoio dos amigos e da esposa não tem preço.

Logo encontro o Raul, companheiro reclineiro, mas que decidiu ir fazer a prova com sua “single speed”, uma bicicleta tradicional, e sem marchas. No meu ponto de vista uma loucura, na verdade eu estava achando que todos eram loucos em fazer 300km em bicicletas não reclinadas, o único que não era louco ali era eu :^).

Eu estava com minha bicicleta reclinada EXD da Zhorer, com bastante carga. Queria levar mais coisas mas a Liza não deixou. Eu não estava me importando com o peso que carregaria, um engano que me fez sofrer um pouco mais no decorrer da prova.

A largada ocorreu 0h16min, o frio ficava maior conforme nos afastávamos de Porto Alegre, e passar pelas pontes do Guaíba na madrugada é bastante perigoso. Até esse momento o grupo dos 44 ciclistas estava mais ou menos junto seguindo o carro da organização (que foi excelente o tempo todo, valeu Cícero) e ao chegarmos na terceira ponte fomos liberados, eu e o Raul permanecemos juntos.

O caminho até Charqueadas estava muito escuro e muito frio, mesmo com meus 4 faróis não enxergava alguns buracos e os galhos no acostamento. O Raul estava congelando, até que lembrei que tinha roupas extras e paramos para ele colocar.

Tinha receio de estar num ritmo lento e estar segurando o Raul, falei pra ele seguir mais rápido se quisesse, mas ele quis ir junto comigo todo o tempo (valeu Raul pela preciosa companhia).

Quando chegamos no PC 1, por volta das 3 da manhã percebemos que os ciclistas estavam realmente cansados e com frio. O trajeto nessas condições foi muito mais difícil do que quando feito no Audax de 200km durante o início da manhã.

O Raul não estava se sentindo bem e estava planejando sua saída da prova, continuamos pedalando juntos até os 85km aproximadamente, quando na saída do caminho de Charqueadas ele tomou o rumo de volta à Porto Alegre, e eu segui no trajeto, em direção à Tapes. A partir desse momento, pedalei praticamente sozinho o tempo todo, pedalar sozinho também tem seu valor, os pensamentos e idéias fervilham no cérebro, e a preocupação de estar atrasando um colega desaparece.

A parada no PC2 foi um pouco antes das 6 da manhã, ainda estava muito escuro, mas o frio já tinha diminuído e o encontro com outros ciclistas nos PCs é sempre revitalizador. Nesse ponto percebemos como o Audax 300 km é muito mais difícil que o de 200 km, não são apenas 100km de diferença, eu ouso dizer que as dificuldades são triplicadas: a escuridão, o frio intenso, a noite sem dormir, tudo isso conta muito para o cansaço. Nos PCs uma pessoa que sempre chegava quando eu estava quase saindo, era a Fabiane, pedalando um Audax pela segunda vez, assim como eu, e compartilhávamos o sofrimento que estava sendo a prova até então, mas mesmo assim tentava animá-la dentro do possível.

Minha velocidade média estava bem baixa, 17,8km/h, mas ainda não estava muito preocupado com o tempo, tanto que parei umas duas ou 3 vezes no caminho para o PC3, para tirar umas fotos. Pena que as fotos do amanhecer não ficaram boas, preciso de uma máquina melhor. Ao chegar no PC3 (Restaurante das Cucas) tomei um café da manhã bem tranqüilo (até demais), e sai dali renovado, pois vinha pensando nesse café desde às 3 da manhã e agora já eram quase 10 horas.

Começa agora minha preocupação com o tempo e velocidade, em alguns momentos pensei que não conseguiria chegar a tempo, pois o cansaço era grande e eu tinha que pedalar mais rápido e parar menos tempo, um sacrifício grande! Comecei a perceber que deveria ter me preparado melhor, não só ter levado menos carga, como ter dormido na sexta-feira o dia todo, e principalmente não ter pedalado aqueles 40 km na tarde de sexta. Na próxima eu já sei!

Percebi o valor do gel energético, aquilo parece milagroso mesmo, e graças a Liza eu tinha levado 3, e parecia que era isso que estava me sustentando. Liguei para ela comprar mais e me entregar no PC4, pois já tínhamos combinado que nos encontraríamos no meio da prova e ela me ajudaria com um apoio lojístico e moral. Nesses momento o apoio de alguém é fundamental e quando é de uma pessoa que amamos ele é transcendental.

Ao chegar no PC4 encontrei a Liza, descarreguei um pouco da carga (sabia que não usaria muitas das coisas que tinha levado), comi um sanduba , reabasteci meus reservatórios com Gatorade e tomei mais um gel daqueles, levando mais deles comigo. Acredito que os géis tenham sido minha salvação para completar a prova. Fiquei nesse PC apenas 10 min e saí em disparada, pedalava tudo o que eu podia, não reservava mais energia nenhuma, faltava agora um pouco mais de 100km. O tempo que tinha feito os primeiros 200km dessa prova já superava o tempo que eu havia feito o Audax 200km, então eu estava atrasado, e era só o que eu pensava a partir daí.

Ao Chegar no PC5 quase cai quando desci da bicicleta, as pernas já não me obedeciam. A Liza me ajudou a reabastecer e colocar mais roupas, pois já estava esfriando novamente. O Mauro que pedalou comigo no primeiro Audax havia saído da prova, e o Mário, um outro ciclista que encontrei varias vezes na estrada, estava dormindo profundamente no carro. A Liza acabou servindo como um carro extra de apoio aos ciclistas (Mário, o bico colorido ficou no carro!!).

Pedalava como louco, tinha conseguido elevar minha velocidade média de 17,8km/h para 18,3km/h. A noite havia chegado novamente e eu só pensava se conseguiria chegar a tempo. No PC5 fui informado que poderia chegar até às 20h30min no DC, uma informação meio confusa, já que a largada tinha sido 0h16min. Eu queria chegar dentro das 20horas permitidas para o Audax 300km. Já sabia que a organização consideraria o tempo na passagem da ponte de Eldorado, pois era ali que fecharíamos 300km, mas eu queria chegar no máximo até as 20h16minutos no DC. Passando um pouco o penúltimo pedágio (que eu pensava que era o último) encontrei a Liza e um cara (não lembro o nome) da organização, eles pediram para eu esperar os outros para seguirmos com mais segurança nas pontes, pois tinha ocorrido uma tentativa de assalto com o Lucas e a Fabiane, mas eu não quis esperar.

Continuei pedalando, acabei diminuindo o ritmo, pois a cada paradinha que fazia ficava mais difícil voltar a pedalar. Desde mais ou menos o quilômetro 250 eu tinha que pegar a minha perna direita com as mãos para colocar o pé no pedal, tinha bastante dor nas coxas e nos joelhos.

De repente a escuridão voltou e pensei que tinha entrado em algum caminho errado, cogitei até estar em direção a Charqueadas! Foi um alívio quando vi depois de bastante tempo uma placa mostrando a distância até Porto Alegre. Passei por uns dois ciclistas invisíveis que deveriam ser trabalhadores se deslocando para casa, um perigo andar no escuro daquele jeito, sem nenhuma iluminação nas bicicletas.
Passei pela ponte de Eldorado fechando os 300km umas 19h50min.(tinha conseguido o brevet dos 300km) mas ainda tinha que chegar no DC. Cada vez mais lento, continuei pedalando, receoso com o movimento violento de carros e caminhões. Quanto aos caminhões, eu não sei bem o porquê, mas alguns caminhoneiros têm a capacidade de buzinar quando estão exatamente do lado da gente. Penso que durante toda a viagem tomei uns 3 ou 4 sustos de quase cair da bicicleta, uma ignorância deles, infelizmente.

Ao passar pela tradicional ponte do Guaíba, uma alegria, e um sentimento de estar chegando no destino me deu forças adicionais e consegui pedalar mais rápido para chegar logo no DC Navegantes. Ao chegar, às 20h26min., fui recebido pelos Organizadores, alguns ciclistas que ainda estavam por lá e o casal de amigos Luciano e Carmo. Foi uma felicidade, mas confesso que senti falta de uma festa igual a do Audax de 200, mas com o frio e o cansaço dos ciclistas é perfeitamente aceitável que a organização fosse entregando os certificados e medalhes, liberando o pessoal. Quis esperar os últimos 4 ciclistas que ainda estavam por chegar para recebermos juntos os certificados e medalhas e tirarmos umas fotos.


Nesse Audax aprendi o quanto é importante uma boa preparação, apoio moral, e muita persistência. Além de ser uma prova de resistência física é um teste de equilíbrio psicológico. Espero participar de mais um Audax de 200km e um de 300km antes de tentar o de 400km, que agora sei que não são apenas mais 100 km.
Olavo N. Ludwig Jr.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

GRNOM 01/05/2008

Neste dia do trabalhador, realizou-se mais um reclinaço não oficial!
Com a participação do Alex Berta, Risomá e eu, quase que o Raul participa também, mas houve um desencontro, uma pena.

Este reclinaço teve um início inusitado, o Alex e eu depois de tomar café comer e bater bastante papo decidimos que era hora de pedalar (9h30min.), estávamos aguardando o Risomá, que cogitou a possibilidade de aparecer...mas até então nada!
Decidimos tirar o Riso da cama, logo, o reclinaço começa com uma pedalada até o apartamento dele, tocamos o interfone... nenhum sinal de vida... telefonei, uma voz muito distante atende e depois sem entender muito o que está acontecendo, e aos poucos, vai se ambientando ao mundo dos desperto.
Depois de alguns minutos, de olhos praticamente fechados, chega o Riso para o reclinaço.
O Trajeto acertado foi Viamão, minha idéia era ir até a ETA onde será a saída do Audax do dia 3.
Pedalando pela Ipiranga, o Alex teve a genial idéia, e durante a pedalada mesmo, fundamos o grupo de ajuda "Vigilantes da Pedalada" já então inaugurado por nós ao acordar o Risomá.
Pela Ipiranga, paramos em alguns postos, à procura do café ideal, só achamos um cortesia, que segundo o Riso, era um chafé.
Ao chegar na Lomba do sabão, pelo avançado do horário, sugeri que entrássemos à esquerda num caminho secundário que leva ao Campus do Vale da UFRGS, mas o Risomá corajoso queria subir a lomba, lá fomos, uns andando outro empurrando :^). E o que estava empurrando passou por nós no topo e nem vimos, quando começamos a procurá-lo, ele já estava do outro lado da faixa dando risada.
A descida foi maravilhosa nos embalando até quase o IPH, paramos por ali para algumas fotos, o lugar é lindo pena que não tinha sol. Na ponte tiramos mais algumas fotos, na frente do Campus também, e depois partimos para a subida que antecipa a espetacular descida, na qual bati meu recorde de velocidade que era da mesma descida, dessa vez fui a 74,8 km/h(-4%, erro do meu velocímetro).
Voltamos pela Ipiranga novamente sem mais paradas.
E para encerrar oficialmente a atividade de Vigilantes da Pedalada, deixamos o Riso na frente de seu prédio.
Podemos dizer que foi um feriado muito agradável.
Mais fotos no meu fotolog

[]´s
Olavo Ludiwg
02/05/2008

segunda-feira, 21 de abril de 2008

GRNOM


Domingo 20 de abril, realizado um GRNOM ( Grande Reclinaço Não Oficial Mensal).
Presentes: Alex Berta, , Risomá Cordeiro, Valter Caye e Olavo Ludwig.
Bicicletas: Uma Cruz-Credo, Duas EXD e uma Giant Stiletto com um motorzinho elétrico)

O reclinaço pode não ter sido oficial, mas rendeu um “ belo” domingo.
Começando pela interminável e agradável conversa no eco posto, estávamos na dúvida se pedalaríamos mesmo ou se iríamos direto para o churrasco, conforme recomendação do Risomá!

Decidimos ir para a Zona sul, beirando o Guaíba, uma paisagem sempre recompensadora.
O Valter, apesar da tentação do motorzinho, pedalou bastante, mas volta e meia escutávamos o zunido da aceleração, o que é perfeitamente compreensível tendo em vista que a Stiletto não é uma bicicleta para longas pedaladas.

Conferimos a derrubada do antigo Timbuka, e seguimos até a praça na Wenceslau.
Por sugestão do Risomá, que não precisaria ir para a casa da Sogra, voltamos pela Wenceslau, pegando a Otto e depois a Cavalhada mantendo o grupo unido até a Azenha, onde nos separamos do com o sentimento de dever cumprido, e ansiosos pelo próximo GROM no próximo domingo.

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